Milão: cidade de águas

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Barcelona, Milão, Porto. O que essas cidades tem em comum?

Esse post faz parte da Blogagem Coletiva Barcelona- Milão-Porto, que todas as quinta de Abril vai mostrar um pouco das coisas em comum dessas 3 grandes cidades europeias, pontos de referências em seus países, com a participação de Cristina Rosa do blog  Sol de Barcelona e Rita Branco do blog O Porto Encanta.

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Paris, Londres, New York, Roma, Lisboa, Amsterdan, Veneza e minhas cidades amigas de blogagem coletiva Porto e Barcelona.

Quem pensa em alguma dessas cidades, não pode pensar nelas sem pensar nos seus rios, canais ou mar. Não acontece o mesmo em quem pensa em Milão. Mas o título do post não é uma brincadeira, ainda que a minha amada cidade não seja páreo para as outras cidades no que diz respeito ao volume de água.

Quem já esteve por aqui e passeou bem, andando além dos confins do centro histórico, deve ter chegado ao bairro Navigli, que em italiano quer dizer canais e que hoje preserva uma pequeníssima parte do que era a rede de canais dessa cidade.  Sim, Milão era chamada “città d’acqua” e se nunca foi uma Veneza, chegou bem perto.

O Naviglio Grande hoje

O Naviglio Grande hoje

Os canais de Milão tem origem em tempos antigos e já em época romana a cidade contava com seus cursos de água, resultados dos desvios dos rios presentes nas redondezas. Mas foi só no início do século 12 que os milaneses começaram a construir os que viriam a ser os canais da parte interna da cidade, navegáveis inteiramente só no século 13.

Os canais milaneses foram de grande importância para a vida cotidiana, a agricultura e o comércio da cidade. Também foi  fonte de energia idroelétrica e via de comunicação e de transporte, já que ligava a cidade com os lagos de Como,  Maggiore e Ticino.

Basta pensar no maior símbolo de Milão, o Duomo e no material da qual é feita, o belíssimo mármore de Candoglia. A cidade fica a 82km de Milão e abriga ainda hoje a grande jazida particular da catedral. Por séculos o mármore extraído de lá, viajava e chegava até Milão, em um laguinho atrás do canteiro, pelos canais.

Foram também esses mesmos canais que na época do Renascimento encantaram Leonardo Da Vinci, que permaneceu na cidade por 20 anos, a serviço do duque e que, com a sua curiosidade de gênio, não podia deixar de se interessar por eles e seu grande desafio: os desníveis acentuados ao longo dos trajetos.

Uma das comportas dos canais. Foto: Arnaldo Chierichetti

Uma das comportas dos canais. Foto: Arnaldo Chierichetti

O problema já tinha sido em parte resolvido com a construção de pequenas bacias, mas Leonardo não perdeu tempo e estudou e projetou sistemas de comportas e eclusas, que seriam construídas só anos depois.

Além do aspecto logístico dos canais, a população milanesa por anos os usou para pescar, nadar e lavar roupas. Eles eram parte importante e integrante da cidade  até a segunda metade do século 19, quando a revolução industrial sacudiu o mundo e novas indústrias, maneiras de produzir e as ferrovias surgiram.

A vida em volta dos canais da cidade

A vida em volta dos canais da cidade

A área que chamamos de Darsena e que hoje  está sendo compleatamente restruturada em vista da Expo2015, foi por anos o oitavo porto italiano. Mas com os anos os canais caíram em desuso por serem um meio de transporte lento (3km/h) e as novas indústrias começaram a jogar seus lixos em águas milanesas.

A Darsena. Foto: Arnaldo Chierichetti

A Darsena. Foto: Arnaldo Chierichetti

Nos anos do governo fascista, motivado por novas exigências higiênicas e de viabilidade viária, o Ministério das Obras Públicas decide pela cobertura da parte interna dos canais, criando um anel que hoje chamamos de Cerchia dei Navigli.

Sim, hoje quando passeamos ou dirigimos nossos carros modernos sob certas ruas de Milão, o fazemos sobre as águas dos antigos canais.

A mesma rua com e sem canal

A mesma rua com e sem canal

Ainda assim, os canais existentes em Milão são cinco e juntos cobrem um trajeto de 150km, em grande parte nos territórios aos arredores da cidade.

Atualmente existe uma associação que propõe um projeto, talvez utópico e de custos altíssimos, que é a reabertura dos canais da cidade, coisa que mudaria completamente a cara e a vida da cidade, porque temos que concordar: uma cidade com água, é uma cidade mais bonita.

Vida noturna nos canais milaneses

Vida noturna nos canais milaneses

A nós milaneses não nos resta que passear e fazer happy hour na pequena, bela e movimentada zona dos canais e tentar imaginar como era Milão quando podia ser comparada, ainda que só em parte, com suas amigas Barcelona e Porto, onde as águas reinam e dão até nome a cidade.

Para conhecer a história das águas em Barcelona e no Porto, clique nos links abaixo.

Porto: cidade de águas – Porto Encanta

Barcelona: cidade de águas – Sol de Barcelona

Em Milão o futebol não é apenas futebol

Barcelona, Milão, Porto. O que essas cidades tem em comum?

Esse post faz parte da Blogagem Coletiva Barcelona- Milão-Porto, que todas as quinta de Abril vai mostrar um pouco das coisas em comum dessas 3 grandes cidades europeias, pontos de referências em seus países, com a participação de Cristina Rosa do blog  Sol de Barcelona e Rita Branco do blog O Porto Encanta.

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O futebol na Itália é uma religião assim como no Brasil. O país foi quatro vezes campeão do mundo e fica atrás só da nossa seleção.

Com isso, é normal que aqui muitas cidades e regiões tenham seus times mais famosos na primeira divisão. Milão não fica atrás nessa tradição e tem dois grandes times, conhecidíssimos dos brasileiros, por serem ainda hoje clubes que investem em muitos jogadores brasileiros: o Milan e o Internazionale di Milano, ou simplesmente Inter.

Os emblemas e as torcidas dos dois times milaneses

Os emblemas e as torcidas dos dois times milaneses

Por aqui,  milanês que se preze tem que torcer para um dos dois times. Juntos, eles dão a cidade de Milão o maior número de títulos na Champions League: 10. Mas a rivalidade é grande e histórica, já que desde o início existia também uma divisão de classes que caracterizava as torcidas dos dois times.

A partir dos anos 20, quando as primeiras torcidas começaram a se organizar, a Milão mais proletária era milanista, o que fazia que seus adversários interistas e burgueses, os chamassem de “caciavit”, que em dialeto quer dizer “chave de fenda”. Os interistas por sua vez, eram nominados pelos rivais “bauscia”, que sempre em dialeto tem uma conotação de burguês. Hoje a rivalidade no campo continua, mas os apelidos morreram.

Essa rivalidade talvez exista não só pelo fato que os dois times representarem a mesma cidade, mas pela própria história das suas fundações.

O Milan nasceu em 1899, fundado por um grupo de ingleses e italianos  como Milan Foot-Ball and Cricket Club, nome que permanaceu até 1919. Já em 1901 venceu seu primeiro campeonato italiano.

Desde o início os milanistas vestiram o uniforme com as cores vermelha e preta e por isso ainda hoje são chamados de rossoneri. O clube tem também a segunda maior torcida italiana (depois da Juve) e desde 2006 um simpático mascote: Milanello, um diabinho vestido com o uniforme do time.

Pelo Milan passaram jogadores brasileiros como Dida, Cafú, Ronaldinho Gaúcho, Leonardo (que foi também técnico), Robinho, Pato, Kaká, entre outros.

Já o Inter  foi fundado em 1908, quando uma discórdia entre os sócios do Milan culminou na dissidência de 44 deles, que fundaram o novo clube.

A vitória do primeiro campeonato italiano já acontece 2 anos depois e, entre altos e baixos, é o único time italiano a ter partecipado de todos os campeonatos da primeira divisão.

Sempre em oposição ao Milan, seu uniforme é azul e preto e os interistas são chamados de neroazzuri. O time teve seu nome mudado por um breve período durante a época fascista, que o fez tirar a denominação Internazionale. Assim de 1928 a 1945 foi chamada de Ambrosiana Inter.

O Inter também conta na sua história recente com a presença de grandes jogadores brasileiros como Ronaldo, Adriano, o goleiro Júlio Cesar, Lúcio, Thiago Motta, entre outros.

As lojas dos dois times no centro de Milão

As lojas dos dois times no centro de Milão

O clássico dos clássicos aqui, que nós chamamos de “derby” é sem dúvida Inter X Milan, disputado no maior e mais famoso estádio do país, o estádio de San Siro (leia a sua história nesse post). Para completar a rivalidade entre os times, até o estádio muda de nome de acordo com o time que vai jogar: quando joga o Milan é simplesmente San Siro. Quando joga o Inter, é chamado pelo seu nome, estádio Giuseppe Meazza.

Meazza foi um dos grande jogadores neroazzuri da história e por isso nenhum, mas nenhum dos milanistas chama o estádio com o nome oficial.

O estádio milanês: San Siro para osmilanistas, Giuseppe Meazza para os interistas

O estádio milanês: San Siro para os milanistas, Giuseppe Meazza para os interistas

Confesso a vocês que sou a pessoa mais ‘não futebol’ da terra. Não torço para nenhum time e só sofro um pouquinho (mas sempre menos) quando joga o Brasil na Copa do Mundo. Também sou casada com um milanês interistas da boca para fora, porque nunca vi meu marido a frente da televisão seguindo um jogo com sofrimento ou interesse.

Mas há uns dois anos atrás, tive a oportunidade de pisar em um estádio pela primeira vez e acompanhada de marido e pai, fui assistir em San Siro um Milan x Catania. Ok, eu sou daquelas que não entendo um impedimento nem se me desenham, mas confesso que me diverti um montão naquela tarde.

O início do meu primeiro jogo de futebol

O início do meu primeiro jogo de futebol (2011)

Os bilhetes eram presentes de fornecedores e ficamos em uma área VIP e um tanto monótona, o babado era mesmo na “curva” (arquibancada), onde os chefes da torcida, em pé nas grades puxavam os  hinos e agitavam aquela tarde fria de domingo. Difícil ficar indiferente a paixão dos torcedores.

A festa acabou em 4 a 0 para o Milan, com um dos gols marcados pelo brasileiro Robinho.

O próximo clássico é dia 4 de maio e com certeza, Milão vai parar mais uma vez, contagiada pela torcida de milanistas e interistas!!

E que vença o melhor!!

Para conhecer o futebol do Barça e do Porto, clique nos links:

Em Barcelona futebol não é apenas futebol

No Porto futebol não é apenas futebol

A nova Eataly em Milão

A fórmula de negócios dos empórios gastronômicos Eataly, é uma fórmula vencedora: o empresário piemontês Oscar Farinetti leva e vende o melhor dos produtos italianos no mundo. É sucesso em cidades como New York, Chicago, Tokio, Dubai e parece que logo, em São Paulo.

Acho que podemos dizer que é sucesso também aqui, já que a marca está presente com grande lojas em Roma, Genova, Bari, Florença e Turim, onde falamos nesse post.

Digo acho, porque tenho a impressão que muitos brasileiros, sabem mais o que é Eataly do que alguns dos meus amigos italianos aqui. Ainda que a fórmula seja vencedora pelo mundo afora, aqui a Eataly vende o que podemos comprar em muitos supermercados ou pequenas lojas gourmet pela cidade: uma géleia de cebolas vermelhas para comer o queijo, um pesto de cime di rappa, um bom vinho por 7,50 euros e por aí vai.

Milao Eataly Emporio

Milão já tinha uma pequena unidade da loja, no subsolo da loja de departamentos Coin e que apresentamos aqui no blog nesse post, mas há um mês, a cidade ganhou finalmente a sua nova loja, toda reformada e, que como as outras pelo mundo, mistura a venda de produtos com a proposta de restaurantes/box que servem comida por especialidades.

Passei em frente no dia da inauguração e era impossível entrar. Deixei passar um mês para ir lá conferir a nova loja, que fica em um espaço significativo de Milão, já que ocupa o interior do antigo e famoso Teatro Smeraldo de Milão, sede por anos de temporadas movimentadas da cena teatral e musical da cidade.

Era uma segunda-feira, hora de almoço e talvez fosse ainda o efeito novidade ou porque era véspera do Salão do Móvel, mas me pareceu que a unidade milanesa já nasceu pequena.

Eataly Milao

Anunciada como  3 andares, a coisa não é bem assim, já que tirando o térreo, os outros andares são na verdade mezzaninos, o que reduz bem o espaço para as mesinhas dos restaurantes. De resto, o efeito é bem bonito, já que é bem iluminada e “coroada” com um palco onde todas as noites se apresentam músicos e artistas para animar a experiência.

Repetindo a estrutura das outras lojas pelo mundo, estão lá a livraria, os utensílios domésticos, a feira de fruta e verdura (só produtos italianos, não espere encontrar frutas esóticas e tropicais), o acougue, a rottisserie, as prateleiras com todo tipo de produtos italianos, tudo emoldurado pelos restaurantes de massa e pizzas, peixe, carnes, frituras, pão, queijos e frios e por aí vai. Não faltam também as propostas de sorvete, chocolates e doces, piadina e os cafés.

Eataly_Milao2

Para completar, o restaurante “estrelado”  Alice, no segundo andar, comandado pela chef Viviana Varese e que tem capacidade para 50 pessoas e a possibilidade do Social Table, uma mesa “comunitária” para 12 pessoas que fica em frente a cozinha, que é de vidro.

Depois de dar uma volta de reconhecimento, estava na hora de almoçar. Eu estava com vontade de carne, mas tinha pouco tempo e a espera era longa (tinha fila) e tive que “remendar” com um prato de raviolli no restaurante de massas no térreo. Como estava sozinha, comi no balcão, que era um tantinho espremido. Os balcões dos outros boxes, nos mezzaninos, me pareceram mais espaçosos.

A qualidade da comida é média para os preços cobrados (prefiro a carne que comi no Eataly Turim). Sinceramente acho que se come melhor na cidade pelo mesmo preço (12,50 euros pelo prato e uma água natural). Mas o que conta alí é também o contexto.

restaurante Eataly Milao Emporio

Com certeza é um lugar para conferir quando você passar por Milão e aproveitar para abastecer sua dispensa de iguarias Made in Italy.  Para os aprendizes de cozinheiros, a Eataly Milão também promove cursos e workhops, que você pode conferir no calendário.

Eu vou deixar a poeira baixar e conferir o movimento daqui há alguns meses.

Eataly Milano Esmeraldo (site)
Piazza XV Aprile, 10
Aberto todos os dias, das 10 às 24h
 
 

É primavera em Milão

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Barcelona, Milão, Porto. O que essas cidades tem em comum?

Esse post faz parte da Blogagem Coletiva Barcelona- Milão-Porto, que todas as quinta de Abril vai mostrar um pouco das coisas em comum dessas 3 grandes cidades europeias, pontos de referências em seus países, com a participação de Cristina Rosa do blog  Sol de Barcelona e Rita Branco do blog O Porto Encanta.

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Me lembro que há uns 25 anos atrás, uma grande amiga da minha família fez a sua primeira viagem a Europa e voltou ao Brasil nos contando que em Vienna, as pessoas se colocavam embaixo do primeiro raio de sol nas praças e parques na hora do almoço, muitas vezes ficando até sem blusa. Óbvio que todos nós achamos engraçado e exagerado.

Uma pessoa que passa a vida em um país tropical como o Brasil, sem estações muito definidas, não pode imaginar o efeito do sol e os prazeres por ele proporcionado depois de meses de inverno e frio. E olha que eu estou escrevendo da Itália, que não é o país mais frio por aqui.

primavera

Difícil explicar para quem nunca morou por aqui, mas a vida na primavera (e verão), muda. Não que ela pare no inverno, mas roupas, programas e muitas vezes o humor, tomam formas diferentes.

Taí o efeito da nova estação, do sol, que não faz desabrochar só as flores e árvores, mas também coloca mesinhas e cadeiras nas calçadas em frente aos bares e restaurantes, torna tudo mais leve, muda o teu estado de espírito, fazendo desabrochar a alma.

primavera_milao

Por aqui vamos continuar a frequentar mostras e exposições, como as programadas na cidade para os próximos meses, mas vamos começar também a fazer programas outdoor, como pedaladas pela cidade e a demorar em almoços e happy-hours ao ar livre em Brera ou a beira dos canais da cidade. É também a melhor estação para apreciar a minha adorada magnólia no claustro da igreja de Santa Maria delle Grazie, que hospeda a famosa Santa Ceia no seu refeitório.

O claustro da igreja de Santa Maria dele Grazie

O claustro da igreja de Santa Maria delle Grazie

Pelas ruas, as primeiras flores começam a aparecer nos vasos das varandas das casas, mudando também as cores de uma cidade considerada cinza.

Que você goste do calor ou não, tem que concordar comigo: tudo é mais fácil e mais bonito com sol, inclusive Milão.

E agora que apenas começamos o horário de verão, a alegria dura até mais tarde.

Benvenuta Primavera! !

Para saber como vai a Primavera em Barcelona e no Porto clique nos links.

Sol de Barcelona

O Porto Encanta

Fotos: Milão nas mãos

Dicas de hotéis em Milão por bairros

A hospedagem em uma viagem é tão importante quanto conhecer a cidade escolhida, porque um ótimo, bom ou mau hotel, pode mudar completamente a sua experiência.

Milão é uma cidade com uma rede hoteleira bem grande e pode ser difícil decidir onde ficar. Recebo emails de leitores do blog que me perguntam qual é a melhor opção entre esse e aquele hotel. Sempre respondo que quem mora na cidade, não usa os hotéis e nem sempre é a melhor pessoa informada sobre assunto.

Mas peço sempre indicações aos leitores, tenho amigos e parentes que já se hospedaram em hotéis em Milão e confesso que eu mesmo, em nome do blog, já saí de casa para dormir a 20 km dela, como foi o caso ano passado quando conheci a Maison Moschino, sobre a qual eu contei nesse post.

hotel moschino Milao

Maison Moschino

Bem, reunindo todas as informações, decidi compartilhar aqui as dicas de hotéis em Milão por bairro  e destacando também alguma redes presentes na Itália.

E agora que o blog é afiliado do Booking.com você pode fazer a sua reservas nos hotéis em Milão ou qualquer outra cidade da Itália e do mundo*, usando a ferramenta aqui no blog. O Booking garante preços sensivelmente inferiores aos aplicados pelos próprios hotéis.

Assim eu te ajudo com as dicas de hospedagem em Milão e você retribui usando os links nos posts aqui no blog ou a ferramenta de pesquisa para reservar suas estadias (sem nenhum tipo de acréscimo a tarifa aplicada pelo Booking a você, são eles que depois me passam uma pequena comissão).

São mais de 700 hotéis em Milão, que você pode conferir todas neste link aqui. Tem para todos os gostos e bolsos!!

Vale lembrar que em Milão existe uma taxa municipal de estadia que será cobrada a parte na sua conta. Basicamente é 1 euro por cada estrela do hotel. A taxa é cobrada por hospede (acima de 18 anos) para cada dia de estadia. Em agosto elas são reduzidas em 50%.

Centro ( vizinhanças Praça Duomo)

Todo mundo quer ficar pertinho da praça e de uma das catedrais mais lindas da Europa e do mundo, o Duomo de Milão.

Existem uma série de hotéis que ficam bem perto ou nas imediações do centro da cidade. Lembre-se que essa é também uma localização mais cara, mas mesmo assim temos algumas opções com um bom custo benefício, como é o caso do Hotel La Madonnina, onde se hospedaram uns amigos e que eu conheci quando fui buscá-los. Contei tudo nesse post e você pode reservar no Hotel La Madonnina*** clicando aqui.

Deixo aqui uma lista dos outros hotéis nos arredores da praça (quanto mais para o fim das lista, mais longe):

Una Maison ****

Park Hyatt *****

Seven Stars Galleria *****

The Gray *****

Bulgari Hotel *****

Hotel Straf ****

Hotel Spadari al Duomo ****

Hotel Grand Duca di York ***

Hotel Milano Scala ****

San Pietro all’Orto

The Place

Boscolo Milano *****

Palazzo Parigi Hotel *****

Starhotels Rosa Grand ****

NH President ****

Hotel Galileo ****

Quadrilátero da Moda

Quem quer ficar no burburinho das compras, tem algumas opções, claro que a maioria delas é de hotéis de altíssimo padrão. Para quem quer uma estadia de mimos e luxo em Milão.

Four Seasons Milan *****

Armani Hotel *****

Grand Hotel et de Milan *****

Hotel Manzoni ****

Brera e Corso Como

A zona mais badalada da cidade, cheia de bares, restaurantes e galerias é uma das preferida dos turistas, porque o centro não está longe (eu costumo ir a pé, mas você também pode usar o metrô) e a badalação é garantida no final do dia.

A minha experiência direta, como comentei no ínicio do post, foi na Maison Moschino, um hotel 4 estrelas luxo, irreverente e com o design inconfundível da grife italiana. Você pode reservar sua estadia na Maison Moschino **** clicando aqui.

A zona de Corso Como é uma das mais interessantes da cidade, com a recente inauguração da Praça Gae Aulenti e de seu arranha-céu, que está se tornando um dos símbolos da cidade, e também da nova Eataly Milano, 3 andares de puro deleite gastronômico.

Outros hotéis e apartamentos na zona de Brera e Corso Como são:

Corso Como 11

Carlyle Brera Hotel ****

Una Hotel Toc ****

NH Grand Hotel Verdi ****

Brera Apartments

Brera Apartments in Garibaldi

Estação Central

É sempre um dilema para os turistas ficar ou não perto das estações ferroviárias nas grandes cidades. As imediações de estações sempre são um pouco complicadas e nada turísticas, mas Milão não é uma cidade violenta e se você preferir por comodidade (usar o trem para bate e voltas), pode reservar seu hotel tranquilamente.

O melhor custo benefício alí perto ainda é o Ibis que fica a 1 km da estação e que é bem grande e novo. Conheço a recepção, já subi no quarto de uma amiga e recomendo. É Ibis e todo mundo sabe como é. Você pode reservar o Ibis Milano Centro *** clicando aqui.

Também ao lado da estação fica um dos hotéis da rede Starhotels e foi uma dica da minha amiga Ana Cristina Tamiso, que escreveu o post sobre o super legal e eco sustentável Echo Star ****, que você pode reservar aqui.

Starhotel E.C.H.O - Divulgação

Starhotel E.C.H.O – Divulgação

Nas imediações ficam também:

Principe di Savoia *****

Starhotels Anderson ****

Best Western Atlantic Hotel ****

Idea Hotel Milano Centrale ***

Una Hotel Century ****

Hotel Florida ***

Hotel New York ***

NH Macchiavelli ****

Se você preferir um apartamento que acomode até 3 pessoas, a símpatica brasileira Ivy aluga um a 5 minutos da estação (já conferi). Para reservar, clique no site do flat e mande um email para ela.

Zona Corso Buenos Aires  – Porta Venezia

Um outro grande eixo de compras, com lojas de preços mais acessíveis, essa área de Milão pode ser uma boa pedida, porque nela corre umas das linhas do metro (vermelha) e com isso a facilidade de transporte está garantida.

Os hotéis que ficam no próprio Corso ou nas ruas paralelas, são:

Best Western Hotel Galles ****

Starhotel Ritz ****

Sheraton Diana ****

Hotel Mercure Milano Centro ****

Zona Navigli (Canais)

Para quem curte uma agitação a noite, está é também uma ótima zona, já que os canais de Milão a noite são uma das metas preferidas de milaneses e turistas para um happy hour ou para jantar nos inúmeros bares e restaurantes que costeiam as margens dos canais.

Os hotéis presentes por alí são:

Hotel Milano Navigli ***

Hotel Mercure Milano Solari ****

Art Hotel Navigli ****

The Yard Milano ****

Aparthotel Navigli

BB Navigli

Hostels/ Albergues

Para os adeptos da hospedagem barata, Milão também oferece opções legais e até de recente abertura, como é o caso do Gogol Ostello, que eu visitei pessoalmente e do qual eu contei nesse post. Tudo novinho e com a recepção da simpática Asli. Para reservar no Gogol Ostello clique aqui.

As estadias nos albergues da juventude na cidade não são sujeitas a taxa de estadia da prefeitura para hospedes abaixo de 30 anos.

Milao albergue juventude

Gogol Ostello

Outros hostels de Milão são:

The Monastery Hostel

Milano Hostel

Central Hostel Milano

Ostello Aig Piero Rotta

Zebra Hostel

Perto de Aeroportos

Para quem tem que ficar perto dos aeroportos, por qualquer motivo, aqui ficam os links com os hotéis perto dos principais aeroportos de Milão.

Malpensa

Linate

Orio al Serio (Bergamo)

*Esse post contém link para afiliados (Booking). Para saber sobre nossa política de monetização, clique aqui.

* Milão nas mãos não responde e se responsabiliza por problemas com reservas feitas com o Booking atráves do blog. Todo o processo de reserva é administrado pelo site Booking.com

 

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