5 dicas de onde comer sanduíches em Milão

Quem está fazendo turismo em Milão, usando a maior parte do tempo para conhecer seus monumentos, muitas vezes prefere parar na hora do almoço só para um lanche rápido. Confesso que eu mesmo uso essa fórmula com meus clientes durante meus tours mais longos para perder menos tempo.

Mas comer um sanduíche aqui na Itália não é sinônimo de fast food. Nem pense em uma coisa dessas. Milano é a capital oficial italiana do panino e você pode se deliciar com sanduíches feitos com o melhor dos produtos italianos preparados com inúmeros tipos de frios, queijos e molhos, muitas vezes em combinações muito originais. É o que se chama de panino gourmet. Os preços variam de 5 a 14 euros, mas se você não “abusar” nas bebidas (bebendo água, por exemplo) pode ser também uma opção de refeição barata em Milão, gastando até 10 euros.

Aqui uma pequena lista dos melhores lugares onde comer um sanduíche em Milão no centro ou nas imediações.

De Santis

Começo com o lugar mais famoso de Milão, já que tem quem diga que foram eles inventaram o panino gourmet por aqui.

200 tipos de sanduíches preparados com frios, queijos, patès, funghi, verduras de ótima qualidade e pão crocante com preços que vão dos 5 aos 14 euros (com lagosta).

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O estabelecimento histórico é o do Corso Magenta, 9 (o que eu frequento), minúsculo, com poucos lugares e decoração de madeira. Eles tem também uma filial no 7° andar da La Rinascente, com menos opções de sabores e sem a atmosfera De Santis Magenta. Leia o post que escrevi anos trás sobre o lugar.

Panino Giusto

Quem é de São Paulo talvez lembre da nossa filial na Rua Augusta, lá embaixo, sentido Jardins. Aqui é um dos precursores com a primeira loja aberta em 1979 em Corso Garibaldi.

Por aqui, virou rede e nos últimos anos o número de lojas se multiplicaram por Milão. Presunto de Praga, tartufo, queijos, frios, salmão defumado, receitas vegetarianas, receitas elaboradas por chefs estrelados e a idéia de servirem também hamburgers e pratos rápidos fazem a diferença por aqui.

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São várias unidades pela cidade. Quem está no centro tem a opção de San Babila e Via Turati, mas você pode encontrar também um Panino Giusto em Via Torino, Navigli, Porta Venezia, Corso Garibaldi. Clique no site deles para ver todos os endereços e bom apetite.

Panini Durini

Tudo começou com um cubícolo em Via Durini (daí o nome do lugar), mas nos últimos meses eles se alargaram e conquistaram a cidade.

Com um ótimo custo benefício, no momento é o meu preferido (por causa do pão). Os sanduíches custam de 5 a 10 euros e você pode escolher entre atum, presunto cozido e crú, bresaola, mortadela, culatello, salame, speck, coppa, peito de perú, salmão norueguês, roast beef em várias combinações com ingredientes de qualidade. Para quem quer fugir do sanduíche, eles também servem saladas.

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Eles também servem café da manhã, com uma grande variedade de briochès doces (croissant), muffins, sucos e vitaminas de frutas.

A unidade de Corso Magenta é meu refugio quando eu chego cedo em dias de visitas a Santa Ceia, mas eles tem vários endereços, clique no site para conhecer todas as lojas.

Crocetta

Outro panino nascido nos anos 80, em plena onda do movimento Paninaro em Milão. A primeira unidade era a de Corso de Porta Romana, estação Crocetta do metrô. Mas a família se alargou e hoje eles contam com mais 3 unidades em Milão, a última aberta recentemente às portas de Brera e onde comi um panino Cosacco dias atrás: bresaola, queijo caprino, limão e gotas de vodka.

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As opções de ingredientes são as mesmas dos concorrentes e passam por vários tipos de frios, como o preseunto de javali, queijos e alguns tipos de peixe cmo atum, salmão e peixe espada. Servem também pratos frios preparados com verduras e frios e saladas. Clique aqui para conhecer todos os endereços.

Fiaschetteria Cocopazzo

Sempre em Via Durini, no. 26,  ao lado do concorrente Panini Durini, um espaço minúsculo, cerca de 20 metros quadrados onde um atendente prepara, no momento, um sanduíche com pão crocante com os ingredienets que você escolher .

Nada de mesas nem cadeiras. No máximo, 2 banquinhos e um barril de vinho em pé onde apoiar copo e prato. Tudo na calçada.

fiaschetteria

Para quem preferir, é possível tomar um taça de vinho (que para mim não combina com panino) e escoher uma tábua de queijos para petiscar. Atrás fica o restaurante toscano do mesmo nome, mas confesso que a provei anos atrás e me deixou indiferente. Nada demais.

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Milan, l’è on gran Milan (Milão é uma grande Milão).  Impossível viver aqui e de tanto em tanto não dar de cara com essa frase. Escrita e pronunciada rigorosamente em dialeto milanês, faz parte de um trecho de uma música dedicada a Madonnina (a enorme estátua dourada de Nossa Senhora que domina a cidade de cima do Duomo).

Em clima de Expo2015, pronta para receber milhares turistas e com uma grande vontade de deixar para trás os anos de crise e estagnação, a cidade que melhor sabe se reinventar na Itália, olha o futuro como sempre fez.

Aqui, a minha (pequena) lista de 20 razões para amá-la ou para quem não pode chega a tanto, vê-la com outros olhos!!

1.Porque é a cidade italiana onde as coisas acontecem

Subestimada pelos turistas, que preferem as mais conhecidas Veneza, Florença e Roma, Milão é a cidade que “puxa” o país. Se reconstroe de tempos em tempos, como já nos mostrou a história e aqui, não existe nenhuma igual a ela.

2.Porque o panettone, aqui, você compra na confeitaria e o ano todo

Doce natalino conhecido no mundo todo, o panettone é made in Milano. Aqui é possível encontra-lo o ano todo em algumas confeitarias da cidade como a Marchesi e a Peck.

3.Porque atrás dos portões e fachadas austeras existem jardins belíssimos e até flamingos rosa

É uma das características da cidade:. a beleza não é explícita, mas está disponível para quem tem tempo e paciência para aproveitar a cidade.

A piscina da Villa Nacchi Campiglio, os jardins posteriores de Palazzo Borromeo e Casa Atellani e os flamingos rosas da Villa Invernizzi são só alguns exemplos.

Jardim posterior Casa Atellani

Jardim posterior Casa Atellani

4.Porque Leonardo veio para Milão e nos deixou a Última Ceia

Um dos mais ilustres milaneses adotados, o gênio toscano deixou aqui uma das suas maiores obras, a Última Ceia, pintada no refeitório de Santa Maria delle Grazie a pedido do seu mecenas, o duque milanês Ludovico Sforza.

5.Porque Michelangelo não veio, mas temos aqui uma das suas três Pietàs, a última

Outro grande artista toscano, Michelangelo nunca passou por Milão. Entre as suas obras, esculpiu três pietàs. A última, incompleta e encontrada na sua casa romana no momento da sua morte, foi comprada pela prefeitura de Milão no pós guerra.

A Pietá Rondanini, que agora tem um espaço dedicado só para ela no Castello Sforzesco, é para mim, a maior obra de arte da cidade.

6.Porque é a capital do design não só durante o Salão do Móvel

Milão não respira design só durante a semana mais “fervida” da cidade. As lojas especializadas nos mais variados tipos de móveis e objetos, expõem e vendem o ano todo o melhor do design milanês e italiano.

 7.Porque nas nossas casas museus você pode saber como viviam os ricos antigamente

Ao todo são quatro. Poldi Pezzoli e Bagatti Valsecchi que contam, através de suas salas, objetos e obras de arte, a vida dos abastados colecionadores do século 18. O século 20 estão nas modernas Villa Necchi Campiglio e Casa Boschi Di Stefano e revelam a paixão pela arte contemporânea de dois casais burgueses da cidade. Não pode perder!

8.Porque os ex espaços industriais se tornam culturais

Em Nova Iorque, as ex fábricas viram lofts, aqui elas viram centros culturais. Ex cidade industrial italiana, Milão ainda conserva grande parte dos edifícios industriais, recentemente transformados em: Mudec – Museo delle Culture (ex área Ansaldo), Fundação Prada (ex destileria ), Galleria d’Italia (ex Banca Commerciale Italiana), HangarBicocca (ex área Breda), Silos Armani (ex armazéns Nestlè)

9.Porque temos Brera e o Navigli…mas fique atento a Tortona e Isola

Os primeiros não precisam de apresentação e são atravessados por turistas (e locais) atrás de diversão (bares e restaurantes) e cultura (Pinacoteca de Brera), mas quem prefere conhecer aquela Milão outsider, frequentada pelos moradores, tem que conhecer os bairros de Tortona e Isola. Para um passeio, um almoço ou simplesmente para “perder” tempo.

10.Porque temos os arranhas-céu mais altos e bonitos do país

Desde que cheguei aqui, o skyline da cidade mudou radicalmente. Pólo de grandes empreendimentos imobiliários e de reurbanização, a cidade nos últimos 3 anos ganhou a Torre Unicredit (ou Pelli), o Bosque Vertical, o Palácio Lombardia e a Torre Isozaki (uma das 3 previstas no projeto Citylife). Eu adoro essa nova Milão!

Bosque Vertical - Porta Nuova

Bosque Vertical – Porta Nuova

11.Porque o nosso Duomo…não tem igual

A catedral da cidade é também seu símbolo espiritual e (hoje) turístico. País de igrejas lindas, como o Duomo de Milão na Itália não existe. Representa perfeitamente uma frase que li recentemente: o Duomo é uma oração esculpida no mármore.

12.Porque temos alguns dos Códigos Da Vinci

Sim, temos dois: o Código Trivulziano e o Código Atlântico. O segundo, conservado na Biblioteca Ambrosiana, suas folhas são expostas a rotação alí e na sacrestia de Santa Maria delle Grazie. Um dos mais belos exemplos do gênio que era Leonardo, com seus desenhos e estudos dos mais variados temas.

13.Porque somos a cidade com o maior número de universidades

Ok, isso pode interessar pouco ao turista que chega a Milão, mas quer dizer muito sobre a cidade: Politecnico, Bocconi, Cattolica, Statale, Bicocca e mais todos as escolas de especialização como Ied, Marangoni e Bauer.

14.Porque nossos museus não são conhecidos mas são grandes museus

Museu Novecento (arte contemporânea), Pinacoteca de Brera (arte do século 12 ao século20), Triennale (Design), Museus do Castelo (arte antiga, pinacoteca, instrumentos musicais, arte egipcia), Museu Arqueológico, Gallerie d’Italia (arte moderna e contemporânea), Museu de História Natural, Museu da Criança, Museu de Ciência e Tecnologia, HangarBicocca, Pinacoteca Ambrosiana (arte do século 13 ao século 15)… só para citar alguns. 

15.Porque temos vários “templos” da gastrônomia

Tudo começou com a renomada Peck no final do século 19, mas hoje Milão oferece outras inúmeras opções para compras e experiências gastrônomicas como a Eataly, Eats e Mercato del Duomo.

16.Porque somos a cidade do (meio de transporte) sharing

Tudo começou há alguns anos com o bike sharing, o serviço de compartilhamentos de bicicletas, que hoje conta com mais de 200 estações e está para estrear as bicicletas elétricas. Mas depois a cidade e a prefeitura pegaram gosto pela questão das alternativas de mobilidade (ainda bem) e nasceram serviços como o car sharing (mais de 1.000 carros e cerca de 150 elétricos) e agora a cidade apresenta o serviço de scooter sharing.

BikeMi

BikeMi

17.Porque temos a Galeria e o Teatro Scala

E estamos de novo no centro histórico, explorado e explorado pelos turistas, sempre cheio, mas impossível não passar para conhecer (além do Duomo, é claro) a Galeria Vittorio Emanuele, a mais bela galeria do país, com seus restaurantes, bares centenários (Camparino) e suas lojas de luxo. Recentemente restaurada, aconselho atravessá-la com calma, prestando atenção aos detalhes.

E quando você atravessa a galeria, saí na Praça Scala, com seu famoso Teatro alla Scala em um dos lados. Não deixe se enganar pela fachada austéra e quase sem graça. A beleza interior e sua acústica perfeita, ainda fazem dele um dos maiores teatros de lírica do mundo, onde carlos Gomes estreou em 1870 o nosso Guarani.

18.Porque é a verdadeira cidade do aperitivo e do panino

Sim, hoje você encontra o aperitivo alla milanese (happy hour) em grande parte da Itália, mas a fórmula pague o drink e tenha acesso ilimitado ao buffet de massas, canapés, pizzas nasceu aqui e “fazer” um aperitivo à beira do Naviglio ou nos bares mais badalados da cidade, é bem legal.

Mesma coisa para o famoso panino (sanduíche), você não encontra só aqui, mas ele era tão popular aqui nos anos 80, que deu nome a um dos movimentos culturais juvenis mais conhecidos do país e que virou até música do Pet Sho Boys: o movimento Paninaro.

19.Porque todo mundo conhece um quadrilátero, mas temos dois

Montenapoleone, manzoni, Via della Spiga e Corso Venezia. Essas são as quatro ruas que formam o famoso Quadrilátero da Moda, grande concentração de lojas de luxo na cidade e meta de turistas e locais abastados.

Mas esse não é o único quadrilátero da cidade. Menos famoso e muito mais fascinante, o Quadrilátero do Silêncio (zona Corso Venezia) reúne casas de arquitetura liberty, orelhas que funcionam como interfone e uma das vilas mais bonitas da cidade, a casa museu Villa Necchi Campiglio.

20.Porque Milão é sempre Milão

Simples assim!

Expo2015 Milão: impressões e informações

No segundo dia de ExpoMilao2015, sábado 2 de maio, não resisti a um convite de uma amiga para lhe fazer companhia e decidi começar a explorar a tão falada e esperada Exposição Mundial, que como já foi contado em mais de um post aqui no blog, esse ano acontece em Milão de 1 de maio a 31 de outubro.

Confesso que depois de ter acompanhado todas as polêmicas e incertezas desses últimos anos e mais intensamente nos últimos meses, quando atravessei a passarela que conduz ao gigantesco espaço destinado a exposição, me emocionei. Não sem tombos e tropeços, mas Milão conseguiu abrir a sua Expo.

Queria deixar aqui só algumas fotos do “pouco” que vi, minhas impressões e algumas informações.

Chegada-Transporte

Eu decidi ir de metrô, cheguei na estação Rho Fiera as 10h30 e meu trem estava bem cheio. Logo nas catracas, policiais, funcionários ATM e voluntários da Proteção Civil organizavam o mar de gente que saia do metrô para se dirigir a Expo, direcionando as pessoas para 2 entradas diferentes.

visitar Expo MIlão

Saindo do metrô já é possível ver as bilheterias. Eu já tinha o bilhete e fomos direto para o controle do raio X. Isso mesmo, a entrada da Expo é como o controle dos aeroportos: detector de metais, raio-X para as bolsas, tem que tirar cinto, pulseiras. Eu tinha um selfie stick para fotos dentro da bolsa e depois de passar pelo raio –X o funcionário pediu para que eu abrisse a bolsa para ele olhar.

A área e os pavilhões

Passado o controle, andei por uma passarela até chegar na frente do Pavilhão Zero, a porta de entrada da Expo, que dá uma introdução geral no tema da alimentação e nutrição no planeta através da evolução da agricultura e pecuária. Gostei muito do ambiente que reproduz em 3 lados da sala, a bolsa de alimentos no mundo, com a cotação de vários tipos de produto em vários países. Os painéis são intercalados com monitores onde filmes publicitários sobre alimentos do mundo todo são veiculados.

visitar Expo MIlao 2015

A entrada no Pavilhão Zero, assim como em outros pavilhões mais concorridos, era controlada, formando uma pequena fila (com uma espera de 5 min, no caso desse pavilhão).

O grande eixo da área é o Decumamo, onde estão presentes os pavilhões dos países participantes. A cerca de ¾ do Decumano (foi até onde consegui chegar) ele é cruzado pelo Cardo, eixo mais curto, onde ficam todos os pavilhões das regiões italianas e o enorme Palácio Itália.

visitar  Expo Milao

Depois visitei o Pavilhão do Brasil, bem legal e com certeza vai ser um dos mais populares, por causa da grande rede suspensa por onde adultos e crianças podem caminhar, sentar, deitar. Na parte de baixo, algumass plantas de frutas e grãos como feijão, jabuticaba, abacaxi, carambola  e etc são expostos em pequenos canteiros.

O espaço também tem um bar (caríssimo) onde vendem sucos, pão de queijo, caipirinha e no mezanino algumas telas mostram os números da produção e exportação alimentar no Brasil. No mezanino fica também o restaurante que oferece a opção churrascaria (45 euros) ou prato único (22 euros) .

pavilhão Brasil Expo 2015

Depois foi a vez, não nessa ordem, de visitar: China, Espanha, França, Palácio Itália, pavilhão do vinho e de parar para almoçar e carregar meu celular (sim, tem os bares da Chiccotosco que tem lugares para recarrega-los grátis (Samsung e Iphone 6).

Parece pouco? Pois é pouco, porque a essa altura, na saída do Palácio Itália eu tinha visto só alguns pavilhões dos ¾ iniciais do Decumano, já estava ali há 7 horas, meus pés estavam doendo e eu só queria voltar para casa.

Sim, eu queria ter entrado no pavilhão dos Emirados Árabes (anfitriões da próxima Expo em 2020) mas tinha uma fila de 1 hora, sabia que os pavilhões de Israel, Áustria, Alemanha e muitos outros valem realmente a pena, mas eu já tenho mais ingressos comprados e resolvi deixar um pouco (muito) para as próximas vezes.

A área é bem legal e bonita (mais em alguns pontos que em outros), as pessoas transitavam sem problemas mesmo estando cheio (mas não lotado).

visitar Expo Milão

Tudo parecia funcionar bem, fluir, sem muvuca nos banheiros (são vários e grandes) e nos bares para comer alguma coisa.

Como eu disse, muitos pavilhões tinham filas na entrada (era final de semana), mas não eram muito demoradas.

Dicas:

Compre seu bilhete antes, pela internet, para evitar mais uma fila nas bilheterias.

Vá com um sapato muito confortável. A melhor coisa é tênis de corrida. Eu estava de sapatilha é foi o meu maior erro.

Prepare-se para o verão. É tudo asfalto e com certeza o sofrimento pelo calor vai ser grande.

A cada hora, na área da Árvore da Vida, tem um pequeno espetáculo de música e cores. Não vi a noite, mas deve ser lindo .

Alguns pavilhões tem seus próprios restaurantes e você pode optar por almoçar ou jantar alguma comida típica. Clique para ver as opções gastronômicas publicadas pelo jornal Corriere della Sera, que vai desde bares e espaços solidários (Cascina Cucagna) até o restaurante onde chefs estrelados se alternam na cozinha com menus que chegam a 90 euros. Ou seja, comida para todos os tipos de orçamento.

visitar Expo Milão 2015

Amigos me avisaram da furada de escolher a Eataly (que tem um espaço enorme) para jantar. Sabe-se lá por que, a comida e bebida são vendidos em lugares separados e as 21h, eles conseguiram comprar a comida mas o lugar da bebida já estava fechado (e a Expo fecha as 23h). Vamos ver como as coisas vão ficar nos próximos meses, onde a afluência será bem maior.

Resumindo

A Expo é uma grande festa, onde as pessoas vão para passear, se divertir e dar (um pouco) a volta ao mundo em 1 milhão de metros quadrados.

Se você tem pouco tempo, só 1 dia, focalize no que quer ver e se prepare para a maratona. Para quem quer explorar bem, eu diria que são necessários de 4 a 5 dias.

Boa visita e divirta-se!!

Leia os outros posts sobre a Expo:

Informações sobre a Expo

Expo2015 Milão: uma questão de pele

A Expo2015 em Milão

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