A nova restauração da Última Ceia

A notícia que nos últimos dias está pipocando pelos jornais italianos, é a doação de 1 milhão de euros, que o empresário Oscar Farinetti, proprietário da rede de empório gastronômico Eataly, fará para a nova restauração da Última Ceia, de Leonardo Da Vinci, uma das maiores obras de arte do mundo e que fica em Milão.

Finalizada em 1498, a obra sempre foi de conservação delicadíssima e ao longo dos séculos passou por várias vicissitudes, como contado nesse post com algumas curiosidades.

Mas essa última intervenção conservativa (que vai durar até 2019) começa a poucos anos da grande restauração pela qual passou a obra (1979-199) e será mais voltada aos aspectos atmosféricos do ambiente.

Um dos maiores inimigos atuais da obra, são os micros pós poluentes, levados para dentro do ambiente pelos próprios visitantes (por isso a visita é controlada e entram 30 pessoas a cada 15 min) e isso quer dizer que o grande desafio é levar constantemente ar limpo para dentro do Refeitório de Santa Maria delle Grazie.

Santa Ceia Da Vinci Milao

Hoje, a cada dia, essa emissão é de cerca de 3.500 m3 e o novo restauro vai elava-la a 10.000 m3, permitindo que a obra se conserve por mais 500 anos e seja visitada diariamente por um maior número de turistas.

Além da doação da Eataly (clique aqui para assistir o vídeo no site da empresa), a restauração vai ter também mais o investimento público de 1,2 milhões de euros.

 As visitas não serão interrompidas, mas se organize para conhecer a Última Ceia, porque os ingressos começam a ser vendidos com 3 meses de antecedência, como contei nesse post.

Vida longa a Última Ceia!!

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