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Milão em 1 dia: dicas do que fazer

Turisticamente falando, acho que para conhecer a maioria das médias-grandes cidades do mundo serviria pelo menos 1 semana. As cidades com uma grande concentração de arte e cultura então, nem se falam. Mas por vários motivos, essa não é a permanência dos turistas nas cidades e no caso de Milão, infelizmente esse número cai drasticamente e muitos deles passam só 1 dia inteiro por aqui.

Foi pensando nisso, que resolvi dar as minhas dicas do que fazer em Milão em 1 dia, pensando em um passeio turístico a pé pela cidade. Os horários são mera indicação e é claro que você pode levar mais ou menos tempo para fazer cada coisa.

O dia vai ser puxado e começa cedo, mas um bom par de sapatos confortáveis e disposição para descobrir a cidade são suficientes para aguentar a pegada. Bom passeio!

9h- Praça Duomo e a catedral: A beleza da cidade dá o melhor de si nas primeiras hora do dia, quando as lojas ainda estão fechadas e turistas e milaneses começam a se preparar para mais um dia. Chegar a Praça Duomo por volta das 9hs pode fazer a diferença (se puder antes, melhor), você não vai encontrá-la vazia, mas menos cheia.

Ninguém pode passar por Milão sem passar por alí. Contemple com calma o Duomo e suas agulhas de mármore, cenário de um mundo de cerca 2.700 estátuas na parte de fora. Admire telamões, santos e gárgulas, sem esquecer da mais importante senhora milanesa, a Madonnina, que domina a agulha maior, antes de entrar.

No seu interior, não deixe de notar uma Meridiana (no chão, perto das portas), os vitrais que contam a história de santos e o evangelho, a famosa estátua de São Bartolomeu dissecado no fundo da nave direita e a cripta de São Carlos embaixo do altar.

telhados duomo milao

Para dizer mesmo que conheceu o Duomo de Milão, se o tempo é bom, vale a pena subir aos telhados e ter uma vista da cidade.

A praça hospeda também outros palácios importantes que você vai ver, como o Palácio Real, dedicado aa grandes mostras temporárias da cidade e o Museu Novecentos, a coleção municipal de arte contemporânea.

11h- Galeria Vittorio Emanuele: depois de deixar a catedral, entre e atravesse devagar a Galeria Vittorio Emanuele ou como é chamada aqui: “Il salotto di Milano”, ou seja, a sala de estar dos milaneses, com seu ar chique e seus restaurantes hoje turísticos, mas que estão alí quase desde a abertura.

Um dos templos das compras de luxo da cidade, a Galeria foi construída no finald o século 19 como um corredor coberto que ligasse a Praça Duomo a Praça Scala. Repare no pavimento original e nos mosaicos abaixo da grande cúpola de vidro, que representam os quatro continentes.

Para quem quiser curtir um pouco a atmosfera, uma opção é sentar no café Gucci para um cafezinho de luxo.

11h30- Praça Scala: do outro lado da Galeria fica a outra praça famosa da cidade, que leva o nome do conceituado teatro de lírica, o Teatro alla Scala.

A fachada neoclássica não deixa ninguém de bocas abertas, porque todo o seu esplendor está no seu interior, com sua bela sala a forma de ferradura de cavalo que ainda hoje hospeda a temporada lírica, de ballet e da filarmonica da cidade.

Uma curiosidade para os brasileiros, é saber que foi alí, em março de 1870 que o compositor Carlos Gomes estreou o ópera O Guarani.

12h- Castelo Sforzesco: deixando a Praça Scala volte em direção ao Duomo e siga na direção oposta até chegar ao Castelo Sforzesco.

Ampliado em época Renascentista como castelo defensivo, se transformou em residência ducal na metade do século 15 e viu seus anos de fama como uma das cortes mais refinadas do Renascimento durante o período que Leonardo da Vinci viveu e trabalhou por alí, afrescando uma das salas.

castelo milao

Hoje, o castelo abriga vários museus municipais de grande importância. Vale a pena entrar pelo menos no Museu de Arte Antiga e contemplar a sala afrescada por Leonardo e a Pietà Rondanini di Michelangelo, que fica no final do percurso.

Se optar por não visitar o museu, atravesse o castelo observando a sua estrutura, formada ainda de parte da fossa e das torres de guarda. Saindo pela parte de trás, se dá de cara com o maior parque da cidade, o Parque Sempione, antigo bosque de caça da família ducal nos tempos áureos do castelo.

A essa altura você já deve estar um pouco cansado. A opção é descansar embaixo de uma árvore no parque, se o clima permitir ou, dando as costas para o castelo, com o parque a frente, sair pelo portão da direita em direção ao bairro de Brera, para o almoço.

14h- Brera: o antigo bairro dos artistas e da casas de prostituição até os anos 50, hoje é um dos metros quadrados mais caros da cidade e meta de turistas e locais que aproveitam seus bares, restaurantes, lojas e galerias.

A moldura são os prédios lindinhos mas que conversam ainda a arquitetura popular das casas milaneses dos séculos passados. Em Via Fiori Chiari, você pode decidir parar para o almoço com um panino (sanduíche) ou uma salada no histórico Bar Brera ou nos restaurantes da rua, como o milanesíssimo Nabuco ou, um pouco mais para frente na rua, o mais moderno Fiori Chiari Plates. É sempre em Brera, que ficam também os já citados Ristorante Al Pozzo (bom e baratíssimo) e o modernoso Pisacco.

bairro brera milao

15h30- Pinacoteca de Brera: Nada melhor depois ao almoço e da descansada, que retornar a descoberta de Milão com obras de Caravaggio, Mantegna, Raffaello, Bellini, Hayez e outros grandes nomes, no maior museu da cidade. Realmente vale investir um pouco do seu dia para conhecer essa maravilha.

Visualize o mapa Praça Duomo-Brera  clicando aqui

17h- Corso Garibaldi – Cso. Como: Depois da visita, partindo da Pinacoteca de Brera siga até Corso Garibaldi e continue em frente caminhando e curtindo as lojinhas e lojonas, como a Eataly e 10 Corso Como que estão antes de você chegar na parte moderna da cidade.

17h30- Praça Gae Aulenti: é novíssima e seu arranha-céu principal, o Torre Pelli, já é um ponto de referência na cidade, com seu pináculo que remete aos seus similares na grande Duomo.

torre_pelli_milao

Olhe um pouco as vitrines das lojas que dão para a praça ou simplesmente sente-se para olhar o vai e vém, antes de descer em um dos lados e pegar o metrô na Estação Garibaldi (linha verde) e ir até a Estação Porta Genova (linha verde). Saindo da estação, pegue Via Vigevano para terminar seu dia com um happy hour na sugestiva área dos canais de Milão.

Visualize o mapa Brera-Praça Gae Aulenti clicando aqui

18h30- Navigli: outro bairro popular da cidade, com suas casas de balaustras debruçadas em pátios internos e que hoje concentra inúmeros bares e restaurantes onde locais se refugiam depois do expediente para o famoso ritual do aperitivo.

navigli canais milao

Visualize o mapa Estação Porta Genova-Navigli clicando aqui

O dia foi longo e cansativo, mas antes de se despedir de Milão, escolha um dos bares e relaxe com um Spritz (um clássico milanês) ou qualquer outro drink antes de voltar para o hotel com a certeza de ter explorado ao máximo a cidade.

Museus de Milão: novos horários e preços

O mês de julho trouxe algumas mudanças para o mundo dos museus italianos (no que diz respeito aos museus estaduais) e milaneses (no que diz respeito aos museus municipais).

Só para entender melhor essa classificação de museus, as cidades italianas tem vários tipos: os estaduais (statali), os municipais (civici) e os privados (privati).

O atual ministro do turismo e bens culturais, anunciou algumas mudanças para os museus estaduais, como a abolição da gratuidade para maiores de 65 anos, a permanência da gratuidade para menores de 18 anos e a redução do custo do bilhete para pessoas entre 18 e 25 anos.

museus milao preços

A grande novidade é a entrada gratuíta no primeiro domingo de cada mês e a realização de duas noites no museu, onde a entrada será de apena 1 euro. A mudança também prevê que os museus fiquem abertos até as 22hs todas as sexta-feiras.

Em Milão, o único museu estadual é a Pinacoteca de Brera.

A grande parte da rede museal de Milão é formada por museus municipais e nessa última segunda-feira 14 de julho, a prefeitura introduziu as mudanças anunciadas há alguns meses:

* Tarifa única de 5 euros para todos os seus museus (eles tinham bilhetes de preços diferentes e até gratuidades). Atenção: no castelo, o bilhete de 5 euros dá direito a entrar em todos os museus que fazem parte dos museus do castelo (no mesmo dia)

* Bilhete turístico de 12 euros com validade de 3 dias a partir da data de emissão, que dá direito ao acesso a todos os museus

* Bilhete anual para residentes com a tarifa de 35 euros com acesso ilimitado e descontos em mostras especiais e nos bookshops

* O acesso continua gratuíto para menores de 18 anos e com ingresso ao custo de 3 euros para maiores de 65 anos

* Entrada gratuíta todos os dias 1 hora antes do fechamento dos museus e todas as terças a partir das 14 horas

museus milao

Entre os museus municipais milaneses, estão os belos museus do Castelo Sforzesco, como a Pinacoteca do Castelo, o Museu Egipcio, o Museu dos Instrumentos Musicais, e o incrível Museu de Arte Antiga, onde é possível admirar a Pietà Rondanini de Michelangelo, além do Museu Novecentos, Aquario, Galeria de Arte Moderna, Museu Arqueologico, Museu do Risorgimento, Museu do Palácio Morando, Museu de História Natural, Muba (museu da criança), PAC, Planetário, Estúdio Museu Francesco Messina.

O valor de 5 euros do bilhete não é válido para as mostras especiais no Plazzo Reale e Palazzo dela Ragione. O único museu municipal que continua gratuíto é a interessante casa museu Boschi di Stefano, que faz parte do circuito das casas museus milanesas (todas as outras são museus privados).

Os bilhetes turisticos e anuais podem ser comprados nas bilheterias de qualquer museu da rede, sem custo de pré-venda.

Escolha seu museu em Milão e boa visita.

Restaurante Pisacco

milao restaurantes

O Pisacco é um daqueles restaurantes “da moda”, que uma cidade como Milão sempre tem de montão. É novo, é moderno, bem frequentado e em torno tem a auréa do nome do badalado chef Andrea Berton (ex Trussardi), mas que aqui contribuíu só como consultor para o cardápio.

Falando em cardápio, aviso que o do Pisacco não é muito variado. Algumas opções estão sempre presentes e outras variam mensalmente, segundo a estação do ano e seus produtos e pratos (acesse o site para baixar o cardápio).

restaurante milao pisacco

Tem quem diga que durante a semana é muito frequentado pelos jornalistas do vizinho Corriere della Sera e que não é um restaurante que valha a pena para o jantar. Nós passamos por alí em um sábado na hora do almoço, depois de um longo passeio pelo meu adorado Quadrilátero do Silêncio.

O restaurante fica naquela parte tranquila de Brera, aquela pouco frequentada pelos turistas e muito pelos locais. A decoração é moderna, paredes grafitadas, um grande balcão que serve como mesa, espaçoso (tem 2 andares) e, não consigo ser imparcial, eles já me ganharam com a trilha sonora daquele dia: um cd da Cat Power.

restaurante=pisacco-milao

Sem vontade de muitas surpresas, eu pedi (um dos meus pratos favoritos aqui) risotto de acafrão com ragù de vitelo e um cálice de Brunello. O risotto estave bem gostoso, macio e úmido, cozido no ponto justo e a carne dava um sabor diferente ao tradicional prato milanês.

Giò acabou escolhendo o (já famoso) hamburger assinado pelo chef Berton. Não resisti e dei uma mordida: vou ter que voltar para saborerar um só meu, inteirinho. A carne era bem macia.

Gostosas  também as sobremesas. Nossas escolhas foram: waffle com sorvete de baunilha e calda de pessêgo e crumble com sorvete de menta e de alcaçuz.

comer em milao

Não podemos dizer que a conta foi econômica (56 euros), mas não era nada fora dos padrões da Milão moderninha, da Milão de Brera.

Já li por aí que o bunch de domingo é legal, frequentado por milaneses de todas as idades e com os pratos do cardápio mais algumas opções de café-da-manhã. Eu só sei que tenho que voltar para o meu hamburger.

Pisacco
Via Solferino 48
De terça a domingo das 12 às 15.30 e das 19 às 01 (cozinha aberta até as 23h)
 
 

Refettorio: cozinha com simplicidade

O conceito do lugar está todo concentrado no nome: Refettorio Simplicitas. Porque nos refeitórios, ainda hoje é assim: você entra e come o que tem.

Essa é a proposta desse restaurante bem perto do que é considerado o centro de Milão, com a vantagem de ser a 700 metros da praça Duomo e já parecer uma outra dimensão.

Refettorio fica em Via dell’Orso, situada atrás do Teatro Scala e é a entrada do bairro de Brera. A entrada é quase anônima, sem nome, só uma grande lousa que expõe o menù do dia. Nós escolhemos almoçar alí em uma dia de semana ensolarado, feriado, depois de visitar uma casa museu com as meninas.

Restaurante Reffettorio Milao

O ambiente é grande e luminoso: paredes brancas e móveis de madeira clara. Em uma parede fica um tipo de tanque onde 5 torneiras fornecem a água micro filtrada servida aos clientes.

Restaurante Milao Reffettorio

Naquele dia as propostas eram: lasanha como primeiro prato e pato com laranja como segundo prato. Única concessão, um prato de verduras e legumes para os vegetarianos.

As meninas escolheram lasanha, meu marido foi de pato com laranja e eu, muito CDF e eternamente em dieta, escolhi o prato vegetariano. Errei grande. Não estava ruim, mas a lasanha e a carne eram mil vezes mais gostosos.  Cozinha com simplicidade, como manda o nome.

milao restaurantes centro

O menu muda todos os dias (às sextas eles servem peixe) e está disponível no site deles. Custa 13 euros (só primeiro prato), 17 euros (só segundo prato) ou 20 euros com as duas opções e inclui: entrada do dia (naquele dia era uma saladinha e humus), pão, água, uma taça de vinhho da casa, sobremesa da casa e café.

No jantar e aos sábados, o menù tem pequenas variações, como por exemplo, o Menu Milano que custa 30 euros e propõe o tradicinal risoto milanês de açafrão com ossobuco e mais todo o resto do menù tradicional (água, vinho, sobremesa, café). Aos domingos a inusitada proposta do Riss Spatascia, ou seja, arroz (risoto) servido diretamente na mesa, sem prato, como manda a antiga tradiçao camponesa. O menu de domingo custa 25 euros (12 euros para as crianças).

interior-reffettorio-milao

O serviço também foi muito simpático e rápido, apesar do local estar cheio naquele dia. No final, conversamos com um dos propretários, um simpático senhor que nos explicou a idéia do conceito: a riqueza da cozinha simples, feita de ingredientes frescos e genuínos com verduras, legumes e frutas da estação corrente.

Nos contou que na hora do almoço nos dias de semana, está sempre cheio, frequentado pelos funcionários dos bancos e escritórios do bairro. A dica? Se você puder, vá na hora do jantar, até porque a única coisa inconveniente é o horário bem reduzido de abertura.

Fotos: Milão nas mãos

Refettorio Simplicitas
Via dell’Orso, 2
De seg à sex: das 12h30 ás 15h e das 19h30 às 22h30
Sab: das 12h30 às 14h30 e das 19h30 ás 23h
Dom: das 12h30 às 14h30
Tel: 02 890.966.64
 
 

A Pinacoteca de Brera

Apesar das recentes aberturas do Museu Novecentos e da Gallerie d’Italia, apesar da maior notoriedade que a exposição dos Códigos Atlânticos de Da Vinci tenha dado a Pinacoteca Ambrosiana, o museu com mais prestígio de Milão é, com certeza, a Pinacoteca de Brera.

Situada no primeiro andar do antigo Palácio de Brera, faz parte do complexo que reúne outras instituições como a Academia de Belas Artes, a Biblioteca Braidense e o Jardim Botânico. O bairro homônimo foi, no passado, um dos mais característicos graças aos artistas que frequentavam a Academia e o seu estilo boêmio feito de bares e bordéis. Hoje, é ainda um dos bairros característicos de Milão, mas por outros motivos: ainda é um bairro boêmio e ponto de referimento para a noite milanesa, mas os decadentes bordéis deixaram espaços para galerias de arte e lojas descoladas. Assim, o bairro virou um dos lugares mais chiques e in da cidade.

O Palácio de Brera foi um convento de jesuítas no século 16 e já abrigava um centro de estudos. Durante a dominação austríaca em Milão, a imperatriz Maria Teresa d’Austria baniu os jesuítas e em 1776 fundou a Academia de Belas Artes. A Pinacoteca nasceu iniciamente com finalidades didáticas: deveria constituir uma coleção de obras (moldes e pinturas) que os estudantes da Academia podiam usar como modelos.

Patio Pinacoteca Brera Milao

Com a chegada dos franceses, por vontade de Napoleão, nos primeiros anos do século 19 a Pinacoteca se transformou em um museu que tinha a intenção de expor as obras mais significativas dos territórios conquistados pelas armadas franceses. Em particular, abrigou numerosos quadros e afrescos descolados que pertenciam às igrejas e conventos banidos pelo novo governo. A Pinacoteca de Brera, diferente de outros museus, como a Pinacoteca Ambrosiana, o museu Poldi Pezzoli ou o Bagatti Valsecchi, não nasceu do colecionismo privado mas de uma coleção do governo. O aumento dessa continuou com doações, trocas e aquisições, como por exemplo, a belíssima Ceia em Emaus de Caravaggio.

Brera Milao Ceia em Emaus Caravaggio

Na história da cidade, os milaneses sempre foram doadores  generosos: em 1982 a familia Jesi doou à Pinacoteca uma rica coleção de 60 obras dos maiores artistas italianos do ínicio do século 20 (entre eles, Boccioni, Modigliani, Morandi e Martini) e alguns estrangeiros, como Picasso. Dessa maneira, a Pinacoteca preencheu uma lacuna e hoje permite aos visitantes uma excursão também nas obras do século 20, antes essencialmente ausente no percurso.

Picasso Modiglini Pinacoteca Brera Milao

A coleção Jesi  é só um dos exemplos das obras presentes em Milão que são  frutos de doações e que incluem também obras no Duomo, passando pela Pietà Rondanini de Michelangelo, exposta no Museu de Arte Antiga do Castelo Sforzesco e chegando até muitas das obras expostas no Museu Novecentos.

A Pinacoteca abriga um número incrível de artista e obras primas. A já citada Ceia em Emaus de Caravaggio o e O Casamento da Virgem de Rafaello são só algumas das obras presentes ao lado de outras de artistas como Mantegna, Tintoretto, Bramantino, Bergognone, Bellini, Luini e Hayez.

Casamento da Virgem Rafaello Brera Milao

Para quem está em Milão e aprecia um pouco de arte, uma etapa na Pinacoteca de Brera é obrigatória. A visita com um percurso dos quadros mais importantes dura mais ou menos 2 horas.

Pinacoteca di Brera 
Via Brera, 28  
De ter a dom das 8.30 às 19.15
Sextas até as 21.15
Fechada: segundas, 1 janeiro, 1 maio, 25 dezembro
Ingressos: 10 euros (inteiro) e 7 euros (reduzido)
Entrada grátis todo primeiro domingo do mês
Audioguia: 5 euros (disponível em  italiano, inglês, francês, espanhol e alemão)