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Itinerário Leonardo Da Vinci em Milão

Quem vem para Milão, mesmo conhecendo pouco a história da cidade, não pode deixar de associa-la ao nome de Leonardo Da Vinci.

O gênio Renascentista não era milanês, mas passou aqui 18 anos na corte de Ludovico Sforza, entre 1482-1500, deixando na cidade a Última Ceia, com certeza a sua obra mais famosa junto com a Monalisa.

Mas percorrer os rastros de Leonardo em Milão não é só se limitar só a conhecer a famosa parede pintada no refeitório do Monastério de Santa Maria delle Grazie.

A cidade está cheia de lugares, mais ou menos conhecidos pelos turistas, que estão ligados ao nome do grande artista toscano.

Os Gêmeos no HangarBicocca em Milão

O melhor da street art brasileira vai invadir Milão por 1 ano. A dupla de artistas paulistas ‘Os Gêmeos’ acaba de inaugurar no magnífico espaço do Pirelli HangarBicocca um imenso mural que remete ao passado industrial do lugar.

Efêmero é a primeira intervenção do programa ‘Outside the Cube’, que é dedicado a street art e outras formas de arte ligadas ao contexto urbano e público e que vai durar 2 anos, apresentando outros artistas em 2017 e 2018.

Estúdio Museu Achille Castiglioni em Milão

Impossível pensar no design italiano e não pensar, entre tantos nomes, no de Achille Castiglioni, arquiteto e projetista milanês.
Nascido em Milão em 1918, se formou em Arquitetura no Politécnico de Milão, onde depois foi professor no curso de Desenho Industrial. Achille é o autor de vários objetos icônicos do design italiano, como por exemplo a lâmpada Arco, projetada por ele em 1962 para a marca Floss e ainda hoje em produção.

O Museu Alfa Romeo em Milão

O Museu Alfa Romeo, foi reaberto em 2015 na área do ex estabelecimento de Arese, às portas de Milão, para expor os modelos da marca que fazem parte da própria coleção da empresa, já que a Alfa Romeo é proprietária de 256 carros e 150 motores históricos.

Dividido em 3 sessões que contam a história da importante empresa automobilística milanesa, é um passeio entre a história industrial de Milão, beleza, design e velocidade.

O Memorial da Shoah em Milão

O ‘subterrâneo’ da plataforma 21 era usada desde o início da inauguração da estação pelos correios para carregar as correspondências e encomendas nos trens sem atrapalhar os passageiros que embarcavam no andar de cima.

Os vagões eram carregados com a mercadoria e depois de cheio, um sistema de elevador subia o vagão para o nível das plataformas de embarque e desembarque da estação.

A partir de dezembro de 1943, esse mecanismo começou a ser utilizado para carregar, sem que ninguém visse, os hebreus e opositores do governo fascista e deporta-los para os campos de trabalho forçado e extermínio na Polônia, Austria e Alemanha (Auschwitz, Bergen-Belsen, Mauthausen).